Amostra seu corpo, como se o mundo o olhasse nua,
movimenta-se,
como se nem os olhos pudessem ver,
toca-se como se outra mão,
tocasse o corpo arrepiado.
Suores de desejo,
luz baixa,
o cheiro de alfazema te arrepia,
dança,
dança seduzindo a multidão
se embriagando da bebida quente.
Traga suavemente soltando com força,
olhares canteiros,
no vai e vem dos seus quadris,
umedecendo entre suas coxas,
se deita,
e deseja apenas,
o que reflete do espelho,
seu corpo nu.

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