
Saudades das minhas palavras de motivação.
Saudades das crenças
Saudades da minha fé
Saudades da alegria natural de viver.
Saudades de brincar, saudades de fazer minha dança diferente
Saudades de escrever meus versos sem me preocupar
Saudades de fazer escolhas simplesmente por mim.
Saudades do tempo em que eu não me preocupava com críticas, e muito menos com o português didaticamente correto.
Saudades de quando tudo era sentimento e não intelecto.
Saudades de quando a música era boa, simplesmente sentida, e não estudada.
Saudades de sonhar.
Saudades de valorizar o simples, saudades de gargalhar sentindo o vento soprar meu rosto na bicicleta.
Saudades de abraçar sem pudor.
Saudades de fotografar sem receio os momentos alegres, com uma simples digital, sem parecer jacu.
Saudades das caricias sem cobranças.
Saudades dos elogios de caráter.
Sem querer, sem perceber, eu sumi. Mudei de mim.
Nessa, eu me perdi.
Mas juro!
Isso eu jamais permitiria.
Saudades de mim.
Já me senti muitas vezes assim,
ResponderExcluirmas depois de ler Gacia Marquez percebi que a saudade é vida daquelas bem vividas sabe.
Lindo Blog.