sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Da cabeça aos pés.


Da Chita a seda, da orquestra ao baião.
Magrela, atrevida,assanhada, vivida... Salve Martinho.
A vida entre trancos e barrancos me fez assim.
Com todos os atropelos eu cresci cada dia um bucado, sentindo na pele, o árduo de cada ferida que já existia no meu coração. Acreditei que ser feliz me bastaria, e a cada manhã uma nova batalha, para apenas s viver.
Aprendi a viver em amar as coisas simples, onde os valores eram seu caráter, apenas.
Felicidade basta, na vida de qualquer um, só depende de qual valor se busca...
Ser rico ou pobre, pouco importa, nunca me importou.
Quem dirá meu nome.
O que será feito do sobre nome daqueles que dão tanta importância a isso, ser um qualquer , tanto faz; ser Silva ou Almeida, sobre nome, codinome, foda-se.
Eu poderia me chamar Chica a Rica, ou Chica da Silva, as minhas ações é que irá provar quem realmente sou.
Cambaleando a vida, as pessoas, as arrogâncias, venho seguindo em frente, e quem viveu comigo, sabe que batalha vencida estou falando.
Muitos Reis e Rainhas, já perderam sua majestade, é lastimável se deparar com tamanha hipocrisia, nos dias onde os Reis e Rainhas, só se amostram no carnaval...
Mas como dizem, o carnaval é um faz de conta.
Que assim seja.
Seja feita a vossa vontade Majestade, assim na terra como no céu, e aproveite e leve pro céu toda a sua “fortuna” e entulhos, adquiridos em toda sua vida.
A fortuna, é uma escolha.
E eu,estou ficando milionária.
Essa manhã, acordei com um pássaro cantando na minha sacada, encheu meu dia de alegria.
Eu agradeço.
Simplesmente agradeço, pela felicidade que eu procuro estar chegando na janela.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Bethâneando




Garimpeira da beleza te achei na beira de você me achar
Me agarra na cintura, me segura e jura que não vai soltar
E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer.

Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim

Clara, noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão

Me agarrei em seus cabelos, sua boca quente pra não me afogar
Tua língua correnteza lambe minhas pernas como faz o mar
E vem me bebendo toda me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer

Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim

Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão

Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão ...






No silencio da minha criatividade a música me completa.